Saúdo com redobrado entusiasmo o surgimento dos blogues Espartana e Vida de Hoplita, sinal inequívoco de que Esparta está viva, mesmo para além das suas fronteiras geográficas, uma vez que a memória histórica não a deixou perecer no olvidamento, exactamente por Esparta constituir um exemplo paradigmático para muitos que procuram manter-se de pé num mundo em ruínas.
Não deixem de visitar estes novos espaços espartanos e deixar o vosso contributo nas caixas de comentários.
5 respostas até agora ↓
espartana // Janeiro 13, 2008 às 9:34 pm |
Obrigada pela referência!
Tenho certeza de que o Aislan Diego (do Vida de Hoplita) também gostará, o conheço há alguns anos. Temos uma comunidade virtual no Brasil, chamada “Estratégia Militar Grega”, com mais de 450 membros. Então fique certo de que ao menos as pessoas da nossa língua não deixarão a herança espartana ao ocidente cair no esquecimento…
Abraços,
Alexandra
Aislan Diego // Janeiro 15, 2008 às 5:15 am |
Faço das palavras de Alexandra as minhas, e com redobrado agradecimento, venho até aqui lhe prestar minha admiração.
Abraços,
A.N.(A.) // Janeiro 19, 2008 às 10:31 am |
http://nacionalistaslivres.blogspot.com/2008/01/comunicado-todos-ao-porto-no-dia-26.html
REINALDO // Março 28, 2008 às 2:13 pm |
ESTARTA ERA MESMO DEMAIS, E QUEM DISER O CONTRARIO MERECE A MORTE.
Sergio Paes da Motta e Albuquerque // Dezembro 9, 2008 às 3:20 am |
A herança espartana jamais morrerá. Faz parte das doutrinas das escolas militares da maioria dos paises do Ocidente, graças ao exemplo de Leónidas. Deve-se compreender a decadência desta cidade, do ponto de vista militar e social, a aversão que os espartanos tinham pela mudança. A Falange não evoluiu em Esparta, mas na Macedônia, com Felipe II e as longas sarissas. Finalmente, os romanos descobriram o ponto fraco desta formação de infantes: seus flancos. Por isso os romanos adotavam a falange, mas acrescentavam 2 colunas de cavalaria, uma de cada lado da massa de lanceiros, como proteção. Assim tornaram-se imbatíveis.