A Batalha de Termópilas
Sinopse
Nas páginas desta obra, o leitor poderá seguir o desenrolar desta epopeia histórica através das crónicas de Heródoto. Leónidas, Rei de Esparta e seus guerreiros aguardam o exército persa no desfiladeiro de Termópilas, num acto de heroísmo que custou a vida aos trezentos espartanos permitindo, assim, que a Grécia se prepare para o verdadeiro combate levando à derrota o império Persa. Uma narração fabulosa num estilo directo e claro, característico de Heródoto.
Autor: Heródoto
Editor: Babel
ISBN: 9789898048660
N.º de Páginas: 180
Categorias: Sobre Esparta

Este é o meu escudo
Levo-o comigo para a batalha
Mas não é apenas meu
Protege o meu irmão à esquerda
Protege a minha cidade
Tudo farei para que o meu irmão
Esteja sempre sobre a sua sombra
E que a minha cidade esteja sempre por ele protegida
Morrerei com o meu escudo
Olhando nos olhos o inimigo
Categorias: Ditos Espartanos
Saúdo com redobrado entusiasmo o surgimento dos blogues Espartana e Vida de Hoplita, sinal inequívoco de que Esparta está viva, mesmo para além das suas fronteiras geográficas, uma vez que a memória histórica não a deixou perecer no olvidamento, exactamente por Esparta constituir um exemplo paradigmático para muitos que procuram manter-se de pé num mundo em ruínas.
Não deixem de visitar estes novos espaços espartanos e deixar o vosso contributo nas caixas de comentários.
Categorias: Sobre Esparta

Morrer na batalha é uma honra,
na frente da primeira linha,
ao seguir um bravo homem,
defendendo a os nossos e a pátria.
A dor, porém, e a vergonha
para aquele que escapa para a miséria,
aquele que abandona o seu povo e família,
e os férteis campos.
Por isso luta pela pátria,
e morre pelas nossas crianças,
mostra nenhum interesse pela tua vida!
Os homens admiram o jovem guerreiro,
as mulheres desejam-no,
e se ele cai na linha da frente,
ele torna-se mais bonito ainda.
Portanto, não tenhas medo nem tremas,
escolhe uma boa posição,
enterra os teus calcanhares,
cerra os dentes e luta!
Categorias: Sobre Esparta
No ano 480 a.C., um exército de milhares de homens, encabeçado pelo Imperador persa Xerxes I, iniciou a invasão das terras gregas. No mês de Agosto desse ano teve lugar uma das batalhas míticas por excelência na história da Europa. Leónidas, rei de Esparta, dirigio-se para as Termópilas para deter o avanço dos asiáticos. Não conseguiu derrotá-los, mas a sua morte,e a de todos aqueles que o acompanhavam na primeira linha, serviu para que as tropas helénicas se organizassem e alcançassem em Salamina a vitória final. Em «La tumba de Leónidas», Josep Carles Laínez relata essa batalha desde uma perspectiva fiel e ao mesmo tempo lendária. Com a devida licença numa obra de ficção, o espírito que se transmite é o de um sacrifício assumido e necessário, talvez, desde a nossa visão contemporânea, tristemente incompreenível. Não obstante, se somos agora europeus, é porque Leónidas se sacrificou nas Termópilas.
Infelizmente esta obra não está traduzida para português. Os interessados em adquiri-la somente poderão lê-la na bonita língua irmã de Cervantes. A editora está sediada em Barcelona e chama-se Áltera.
Categorias: Sobre Esparta
« Na véspera da batalha um Trácio disse a Dieneces que os archeiros Persas eram tantos que quando disparavam as suas rajadas as flechas obscureciam a luz do sol. Dieneces, todavia, impávido perante tal perspectiva, terá respondido: - Muito bem, lutaremos à sombra!»
Categorias: Ditos Espartanos

(Clique na imagem para aumentar)
Por Augusto Dias
Em 480 a.C. a Grécia encontrava-se numa das fases mais crítica da sua história, o Império Persa ameaçava conquistá-la e submeter toda a Helade. A derrota persa em Maratona tinha de ser vingada.
O mundo grego sempre foi além de genial, o mundo da traição, da intriga e da inveja, que se reflectia entre as cidades estados. Argo não quis participar na luta pelo ódio que tinha aos Espartanos, Tebas sentia um prazer maldoso em ver Atenas cair, os Tessálicos também traíram a causa comum e os próprios sacerdotes de Delfos vaticinavam um política derrotista. Só os Atenienses e os Espartanos aceitaram, num esforço comum salvar a Helade. O exército persa teria de atravessar o Helesponto percorrer a Trácia, a Macedónia e a Tessália para chegar à Grécia Central. Os Gregos que tinham necessidade de os retardar para darem tempo de manobra à sua frota, escolheram o estreito das Termópilas, situado entre a Tessália e a Fócida para a batalha. A passagem nesse tempo era tão estreita entre o mar e arriba que nela não podiam cruzar-se dois carros.
Foi aí que Leónidas, rei de Esparta tomou posição com cerca de 5.000 hoplitas, entre os quais 300 espartanos, escolhidos entre os melhores. O estreito propriamente dito foi ocupado pelos espartanos, enquanto o resto das suas forças ficavam na retaguarda.
Quando Xerxes, rei dos persas, chegou ao local enviou um mensageiro a Leónidas, intimando-o a entregar as armas. O espartano respondeu simplesmente: “Vem buscá-las”. Quando disseram aos espartanos que os Persas eram tão numerosos que podia tapar o Sol com as suas flechas, um dos soldados respondeu: “Tanto melhor, poderemos combater à sombra”. Xerxes esperou quatro dias, findos os quais deu inicio ao combate. Keep reading →
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Nós marchamos. . . Nós marchamos para a guerra. . . Nós marchamos. . . Nós lutamos. . . Nós somos Espartanos. O sangue cairá, mas não será o nosso. . . Nós marchamos. . . Esparta nasceu da guerra. . . Nós somos as crianças da guerra. . . Nós somos Espartanos. Eu sou Leónidas, e esta é minha história. Eu sou como o lobo, fortalecido pela sua mordida, pois sobrevivi. Estes novos lobos não têm fim, mas Esparta mostrará o verdadeiro poder. Embora caídos, ainda assim retornaremos, pois somos a guerra encarnada. Iremos regar de vermelho a terra de Thermopolyae, ainda assim nós sobreviveremos. A guerra é Esparta, nós somos Espartanos. Nós somos a guerra! Esta é a história dos 300. . . a história do heroísmo espartano.
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Ao contrário de outros hoplitas, como por exemplo os Atenienses, os Espartanos seguiam um treino militar durante toda a sua vida, sendo assim verdadeiros soldados de ofício.
O Hoplita Espartano enverga todo o seu vestuário de combate. O capacete de bronze, de tipo corintio, é decorado de uma crista. A couraça de linho branco colocada sobre a tuníca substituiu a pesada couraça de bronze. É composta por várias camadas de tecidos colados uns aos outros. A parte inferior é recortada faixas para facilitar os movimentos e o abdómen é reforçado por placas metálicas. As caneleiras eram igualmente em bronze. O Hoplita Espartano é armado com uma lança e espada e o seu escudo gravado com o símbolo de Esparta é banhado a bronze na sua face externa. A capa termina este uniforme, o soldado está pronto para o combate.
A barba era frequente na Grécia antes da época Alexandre (336 a 323 antes de J.C.), e os cabelos longos eram o sinal distintivo do Espartano adulto.
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